Segundo o Dr. Haeckel Cabral, gluteoplastia é o nome dado às cirurgias que aumentam ou remodelam os glúteos com foco em proporção, projeção e contorno. A decisão mais segura não é escolher entre prótese ou enxerto pelo “efeito do momento”, e sim entender o que cada técnica entrega, quais são os limites e qual alternativa se encaixa na sua anatomia. Se você quer melhorar o formato dos glúteos com naturalidade e previsibilidade, agende uma avaliação e leia este artigo até o fim.
Quando costuma ser indicada?
A prótese de glúteo é um implante sólido, desenhado para aumentar a projeção e dar mais volume central, com posicionamento planejado para não ficar evidente. Tendo como referência seu efeito visual, a prótese costuma entregar projeção mais previsível, principalmente em pacientes com pouca gordura disponível para enxerto. Ela tende a ser considerada quando:
- O paciente é muito magro e não tem gordura suficiente para enxertar;
- A principal demanda é projeção posterior evidente;
- Há desejo de resultado mais padronizado em termos de volume e forma;
- O biotipo permite acomodar implante sem bordas visíveis.
Como comenta o Dr. Haeckel Cabral, a prótese pode ser uma solução lógica quando falta matéria prima para enxerto, porém exige técnica rigorosa e planejamento cuidadoso de bolso e posicionamento para reduzir riscos e preservar a naturalidade.
Prótese e enxerto: Principais diferenças
De acordo com o Dr. Haeckel Cabral, ao comparar prótese de glúteo e enxerto de gordura, vale organizar as diferenças em critérios claros:
- Projeção e previsibilidade: a prótese costuma oferecer projeção mais previsível. O enxerto pode oferecer projeção boa, mas com variação por reabsorção;
- Modelagem e transições: o enxerto permite modelar com mais sutileza e preencher áreas específicas, especialmente quadril e laterais. A prótese tende a atuar mais no centro e no ganho global de projeção;
- Necessidade de gordura doadora: o enxerto depende de estoque de gordura. Pacientes muito magros podem não ter o volume necessário;
- Cicatrizes e acessos: ambos têm acessos cirúrgicos. A prótese geralmente exige uma incisão para posicionamento do implante. O enxerto envolve pequenas incisões da lipo e pontos de entrada para injeção.

Riscos e cuidados específicos de cada técnica
Toda cirurgia tem riscos. A prótese envolve riscos como deslocamento, seroma, infecção e desconforto, além de necessidade de revisão em casos selecionados. O enxerto de gordura também tem seus riscos, e exige técnica cuidadosa, porque o plano de aplicação e a forma de injetar influenciam na segurança e previsibilidade.
Além disso, tanto prótese quanto enxerto exigem planejamento de cicatrização, controle de edema e disciplina no pós-operatório. Por conseguinte, não basta escolher a técnica, é preciso estar preparado para cumprir as orientações.
No entendimento do Dr. Haeckel Cabral, a segurança é construída em três etapas: seleção do paciente, execução técnica e acompanhamento no pós-operatório. Quando um desses pilares falha, o risco aumenta.
Como decidir com critério na consulta?
Decidir entre prótese e enxerto envolve avaliação do estoque de gordura, qualidade da pele, padrão de flacidez, estrutura muscular e proporção entre cintura, quadril e glúteo. Também envolve entender o que você chama de “resultado ideal”: mais projeção central, preenchimento lateral, melhora do quadril, ou um conjunto mais harmônico. A consulta deve responder perguntas objetivas:
- Tenho gordura suficiente para enxerto com resultado previsível?;
- Minha pele sustenta o aumento sem criar flacidez residual?;
- Meu objetivo é projeção ou modelagem?;
- Existe necessidade de associar lifting por flacidez, em vez de apenas aumentar o volume?.
Como destaca o Dr. Haeckel Cabral, quando o paciente define prioridade com precisão, a técnica se ajusta ao objetivo.
Diferenças e indicação responsável
A gluteoplastia com prótese tende a ser indicada quando falta gordura doadora e quando a prioridade é projeção mais previsível. Já o enxerto de gordura costuma oferecer modelagem mais orgânica, com capacidade de preencher transições e harmonizar cintura e quadril, porém com variação por reabsorção. A melhor escolha é sempre individual, baseada em anatomia, objetivo estético e segurança.
Autor: Clux Balder